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21 de outubro de 2014

E-Marketing - Dicas de uso



Para atrair o cliente-internauta é necessário o uso de uma boa estratégia de e-marketing.

A seguir apresentamos alguns conceitos comuns e outros peculiares dessa técnica:

Produto: precisa ser diferenciado e deve trazer algum valor agregado.

Preço: para vender produtos na web é necessário colocar preços que possam concorrer nesse item tanto com as lojas tradicionais como com as virtuais.

Ponto de venda: é imprescindível que o site tenha um endereço fácil de ser memorizado ou que esteja hospedado em grandes vitrines da web.

Promoção: a melhor forma de aumentar o tráfego de um site é investindo em publicidade na própria rede, através de banners publicitários.

Pesquisa de mercado: antes de desenvolver um produto, você deve identificar um mercado ou público-alvo.

Público-alvo: saber o perfil de quem acessa o seu site é muito importante.

Marketing de permissão: o envio de e-mails é uma das formas mais eficientes de contato com o consumidor, entretanto, é necessário que ele autorize o envio destes e-mails.

Privacidade: todo relacionamento, seja no mundo real ou no virtual, deve ser marcado pela confiança.

Portanto, para que o internauta digite os dados pessoais dele no site da empresa, é imprescindível que fique explícita a política de privacidade da mesma.

Atenção ao nome do domínio: ao registrar o domínio www.seunegócio.com.br, o nome “seu negócio” deve representar bem a empresa (marca) ou o produto.

Permuta de links: entrar em contato com web sites que tenham negócios ou serviços relacionados aos seus e que não sejam concorrentes; e propor uma permuta de links.

Utilização de banners: propagandas, em geral de forma retangular, que ficam numa página web.

O efeito do marketing viral: é um tipo de promoção onde o produto ou serviço se autopromove, propagando-se pela rede.

Presença em mecanismos de busca: fazer o registro do site nos sites de busca.

O desafio de manter o cliente: não basta vender, é necessário manter o interesse dos clientes, para que possam comprar mais.


Autor: Rosemeire Hespanholeto
Fonte: A internet como ferramenta de negócios



Dicas para Fazer Negócios na Internet



Um internauta a milhares de quilômetros de distância pode interessar-se pelo produto da sua empresa, clientes interessados em produtos e pessoas que estejam buscando informações sobre produtos específicos podem clicar no nome da sua empresa e rapidamente ver o que ela tem a oferecer e até mesmo responder interativamente.

Porém, é importante considerar algumas recomendações ao se fazer negócios na Internet:

Avalie bem as vantagens e as mudanças que o uso da Internet trará ao seu empreendimento.

Busque ajuda profissional para desenhar a página, evitando soluções domésticas.

Comece com um site pequeno e modesto, para se ambientar com a tecnologia e com a operação do novo canal de vendas.

Elabore uma página bonita, simples, de fácil navegação, rápida e que permita alterações futuras, para não cair na rotina.

Ofereça sempre novidades, promoções e vantagens aos visitantes de sua loja virtual. Um ambiente estático e burocrático cansa e não vende.

Esteja preparado para dar respostas rápidas às dúvidas e reclamações dos clientes digitais, pois este público está acostumado com a agilidade da web.

Conscientize-se de que seu negócio tem na rede potencial de venda para, no mínimo, todo o Brasil.

Tenha claro também que seus concorrentes são diferentes e estão a apenas umclique do eventual consumidor.

Prepare-se para a concorrência mais agressiva fazendo um plano de divulgaçãodentro e fora da rede.

Mantenha um eficiente esquema de pós-venda para acompanhar o andamento da encomenda do cliente.

Quando tiver o site, evite cometer erros comuns. Para isso, procure sempre:

a) comunicar-se com o visitante;
b) estimular a participação do visitante;
c) promover o site;
d) responder rapidamente aos e-mails;
e) tomar cuidado com e-mails automáticos;
f) buscar a fidelização;
g) ter uma política clara de segurança;
h) oferecer variadas opções de pagamento;
i) atualizar o site constantemente.


Autor: Rosemeire Hespanholeto
Fonte: A Internet como Ferramenta de Negócios

Ponto de Vendas - Dicas para localização

Antes de definir a localização do negócio, estabeleça o perfil do consumidor que pretende atingir.
O ponto comercial, principalmente quando se trata de comércio varejista, é fundamental para o bom desempenho das vendas. Se o ponto demonstrar aspectos negativos que podem prejudicar as vendas, talvez seja oportuno pensar em uma mudança para um ponto melhor, mesmo que ela signifique um esforço de investimento em termos de instalações e de propaganda. 
Ao analisar as condições do ponto comercial e, especialmente, a repercussão da escolha da localização no faturamento, é preciso considerar outros fatores que, isoladamente ou em conjunto, interfiram negativamente nas vendas. 

Para ter certeza se o local escolhido pela empresa é ou não um bom ponto comercial, observe com atenção as dicas a seguir: 
  • estabeleça o perfil do consumidor que pretende atingir;
  • defina o produto a ser oferecido;
  • avalie o contrato, as condições de pagamento e o prazo do aluguel;
  • verifique se o preço é compatível com sua capacidade de investimento, com o prazo de retorno e o movimento esperado;
  • observe a facilidade de acesso, a visibilidade, o volume do tráfego, o local para estacionamento e o nível de ruído;
  • verifique as condições de higiene e de segurança;
  • cheque a proximidade de concorrentes e similares;
  • atente para a facilidade de aquisição de matéria-prima e recrutamento de mão de obra, ou seja, verifique a existência de pessoas especializadas nas imediações;
  • verifique se o local atende às especificações do projeto, em termos de área adequada à produção e/ou serviços prestados, proximidade com o mercado consumidor e fornecedores e solicite a busca prévia de localização junto à prefeitura, a fim de verificar possíveis impedimentos em relação à montagem do negócio, tendo em vista o plano diretor urbano do município;
  • levante várias alternativas de pontos para poder comparar e definir o melhor lugar para o negócio;
  • observe o movimento dos locais escolhidos durante vários dias e em horas alternadas;
  • fale com os proprietários dos estabelecimentos vizinhos para tentar descobrir qual é o valor médio de compra dos imóveis da região;
  • verifique a infraestrutura oferecida 
  • luz, água, telefone e as facilidades de acesso;
  • prefira pontos que tenham estacionamento próprio ou nas proximidades;
  • escolha o lado da rua onde faz sombra à tarde, quando o movimento é maior;
  • dê preferência para lojas no nível da rua e sem recuo, para aumentar a visibilidade;
  • procure pontos próximos à entrada principal, às escadas rolantes, à praça de alimentação ou junto às lojas-âncora dos shoppings. 

Cuidados a serem tomados:
  • Evite lojas em frente a pontos de ônibus, porque a aglomeração compromete a visibilidade;
  • fique longe de locais que transmitam sensação de insegurança, como praças mal iluminadas (no caso de lojas de rua);
  • evite os últimos andares e corredores sem saída dos shoppings;
  • não se assuste com os concorrentes, encontre um diferencial para o seu negócio;
  • não limite, por preconceito ou comodidade, sua atenção às áreas consideradas nobres. 

É preciso aprender a olhar o mapa das cidades em toda a sua amplitude e detectar as principais necessidades locais:
  • verifique se há legislação específica em seu município sobre a localização de negócios da natureza que você pretende abrir. 


Autoavaliação 

Para ter certeza de que nenhum ponto foi esquecido, o empresário deve se fazer as seguintes perguntas: 
  • Poucas pessoas transitam pela calçada diante do estabelecimento? 
  • O fluxo de veículos é constante e os motoristas observam a loja? 
  • A rua é de pouco movimento e a loja não atrai a atenção? 
  • Há poucos estabelecimentos próximos que oferecem o mesmo produto ou os mesmos serviços? 
  • A pé ou de carro as pessoas chegam facilmente à loja? 
  • A área de vendas e o depósito estão tão próximos que é possível repor com muita facilidade os produtos que estão com estoques baixos? 
  • O cliente pode estacionar facilmente nas proximidades da loja? 
  • Existem sacos de lixo ou caixas vazias amontoados nas proximidades do estabelecimento (eles podem causar má impressão aos clientes.)?

Ponto de vendas - Dicas para Layout da loja



Para que tudo funcione adequadamente, é necessário que o layout possibilite uma boa distribuição das áreas. A porta de entrada deve facilitar ao máximo o acesso. Sua largura mínima deve comportar a passagem de cadeira de rodas. Se tiver de permanecer fechada, é melhor que seja de vidro, para que o cliente possa visualizar o interior da loja.

A porta mais indicada é a dupla, com uma folha abrindo para dentro e outra para fora, com os avisos "empurrar/puxar" bem visíveis. Lojas destinadas a mulheres devem prever a entrada e a circulação de carrinhos de bebê.

Os móveis não devem ocupar mais de 40% da área. Se o espaço for muito pequeno, podem ser usados recursos de iluminação, de pintura e espelhos para aumentar a sensação de espaço.

Uma boa circulação requer corredores amplos e planejados como vias de mão-dupla, que propiciem a visão plena dos produtos. O percurso do cliente na loja pode ser previamente delineado para que não haja conflitos na movimentação dos clientes e dos funcionários.

Alguns princípios básicos devem ser considerados:

Aproveitamento do fluxo de circulação: o consumidor tende a se deslocar para a direita, no sentido horário. Assim, é preciso dispor os produtos em uma sequência bem programada, que garanta a circulação por todo o espaço. Para evitar que o fundo da loja se torne uma "zona morta", por exemplo, pode-se utilizar essa região para expor produtos em oferta ou montar uma mesa de degustação.

Sinalização: a boa sinalização contribui para orientar a circulação. Ela pode ser obtida com cartazes e setas. Para que o cliente as enxergue de qualquer ponto, convém que prateleiras e gôndolas localizadas na área central não ultrapassem 1,50 m. O uso de materiais e cores diferentes e de iluminação constituem outras formas de sinalização.

Exposição dos produtos: a forma como os produtos são apresentados influi na decisão de compra.

Para tirar melhor proveito do espaço, recomenda-se colocar mais itens nas prateleiras, em vez de exibir grandes quantidades de um mesmo produto.

Deve-se aproximar produtos afins, como meias e sapatos, salgadinhos e bebidas, e utilizar as áreas perto do caixa para expor pequenos produtos de conveniência ou comprados por impulso.

Área de vendas: quando há mercadorias expostas em mostradores, é melhor optar por prateleiras e balcões com portas de correr, que ocupam metade do espaço das portas de abrir e das gavetas. As prateleiras na parede devem ter no máximo 2 m de altura, para facilitar o trabalho do vendedor.

Estoque: a área destinada ao estoque deve ser planejada de acordo com as necessidades do negócio. Ele deve estar em local acessível para abastecer a área de vendas, mas sem subtrair parte de seu espaço.

Emergência: também é necessário considerar a facilidade de esvaziamento do estabelecimento em caso de incêndio ou outro tipo de emergência. A localização dos extintores, adequados ao tipo de material da loja, obedece ao projeto de prevenção contra incêndios, aprovado pelo Corpo de Bombeiros. Se houver portas de emergência, devem ser claramente sinalizadas, abrindo para fora, e nunca trancadas ou bloqueadas por móveis ou volumes.


Por: Rosemeire Hespanholeto
Fonte: Sebrae

Elaboração da Proposta de Vendas



Proposta deve ser feita de acordo com o perfil do consumidor.

Vender não é transformar produto ou serviço em dinheiro, é atender à necessidade do consumidor. Sob o ponto de vista da negociação, a empresa deve saber elaborar uma proposta de venda para o cliente.

Para isso, é preciso satisfazer algumas condições:

Dominar informações;
Conhecer o cliente;
Manter diálogo constante;
Tomar a iniciativa da venda;
Satisfazer a ambos os lados.
Informação

Para conhecer o cliente, é necessário possuir informação que pode começar por meio do desenvolvimento de um banco de dados com nome, endereço, telefone, e-mail, sexo, faixa etária e classe socioeconômica.

Também é fundamental entender o comportamento de compra, que é reconhecido a partir da resposta dessas perguntas:

Por que ele compra?
De quanto em quanto tempo?
Qual a capacidade de pagamento dele?

Comunicação

Analisando o perfil, obtêm-se informações fundamentais para definir a melhor comunicação (se técnica ou didática) e a melhor abordagem – a melhor forma de fazer a proposta: dentro da loja, visita pessoal, telemarketing, mala direta, e-mail, fax e outros.

Para o varejo, a recomendação é excluir de seu vocabulário a famosa pergunta: "Em que posso ajudar?", porque a tendência de resposta é "estou só olhando".

Abordagem

Quando o cliente entra na loja, há a indicação que ele possui interesse em alguns dos itens. É possível aguardar a definição dele ou ajudá-lo, caso surjam dúvidas, indicando algum item específico. Para os demais segmentos, verifique o perfil do cliente e procure se adequar a ele, seguindo as recomendações de obedecer às características e necessidades acima descritas. Procure ser rápido e direto. Atualmente, os clientes querem rapidez, agilidade, colaboração e segurança. Faça a proposta utilizando o meio que mais se adapta ao seu cliente.

Aspectos legais

Antes de fazer a proposta de venda, consulte o Código de Defesa do Consumidor, e verifique a relação e definição de fornecedor e cliente. Veja se há a necessidade de firmar um contrato celebrando os interesses das partes envolvidas. Verifique a necessidade de formalizar o conteúdo da proposta. Normalmente, é melhor formalizá-la, principalmente, no segmento de serviços.

O conteúdo deverá descrever os itens solicitados, quantidades envolvidas, prazos estabelecidos de entrega, forma de pagamento e outros itens que são recomendados pelo Código de Defesa do Consumidor.

Acompanhe, ou faça o atendimento pós-venda para certificar-se de que tudo correu bem e que o cliente confirmou o acerto na compra. A venda não se encerra na confirmação do pedido.

Esse é apenas o começo, para aumentar o volume de vendas é preciso que o empreendedor esteja atento a uma série de fatores.

Autor: Rosemeire Hespanholeto
Fonte: Curso Processos Gerenciais (Unip)

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